A ESCOLHA DO MODELO DE FRANQUIA

Ser um franqueado e representar uma rede de sucesso é o sonho de muitos empreendedores. Antes de investir no negócio, contudo, é preciso levar alguns fatores em consideração. Além do ponto comercial, a escolha do modelo de franquia é um item a ser pensado com base nas necessidades, condições e ramo de atuação do franqueado, assim como no município no qual a unidade será instalada. Os novos formatos de franquia são capazes de reduzir o investimento inicial e o risco do franqueado, o que representa um alívio nos últimos anos, marcados pela crise econômica. Visto que nestes formatos os produtos se tornam mais acessíveis dentro de um mercado amplo, o retorno sobre investimento é viabilizado em um prazo interessante.

Listamos cinco modelos que se adequam a diferentes públicos, necessidades e ramos de atuação. Em comparação às lojas convencionais em shoppings, a instalação de quiosques demanda um baixo investimento e custos reduzidos de manutenção. Os donos de quiosques não precisam pagar ponto comercial e, em função do espaço menor, contratam menos funcionários que as lojas físicas. Além disso, essa modalidade possui uma estrutura física mais prática de ser instalada, aberta e acessível, facilitando o acesso dos clientes, que se sentem mais à vontade para visualizar os produtos e interagir com os vendedores.

As lojas express, por sua vez, são ideais para regiões menos populosas e pouco movimentadas, sobretudo em ruas. Demandam um baixo investimento e um mix de produtos simplificado. O conceito store in store, ou loja dentro de uma outra loja, ocorre quando uma marca divide o mesmo espaço físico com outras marcas, a exemplo do Grupo Trigo, que reúne Domino´s Pizza, Spoleto e Koni Store em várias unidades. Os benefícios são o rateio de custos de operação como aluguel e mão de obra, além de atingir um público maior. É um bom formato para empreendedores que desejam expandir seus negócios sem precisar investir muito.

cobranding consiste na parceria entre duas ou mais marcas de bens ou serviços que se unem em determinada ação. Um exemplo recente é o McDonald´s, que, desde setembro, passou a ter exclusividade no uso da marca Ovomaltine no Brasil. No ramo da gastronomia, as unidades móveis são a bola da vez. Nos Estados Unidos, durante muito tempo, os food trucks eram associados à comida rápida e barata consumida pelos funcionários de fábrica no início do século 20. A imagem pouco sofisticada deste formato de negócio começou a mudar após a crise de 2008, que levou muitos restaurantes à falência. A estratégia encontrada por profissionais da gastronomia foi reinventar os caminhões de comida e se estabelecer por meio destes. No biênio 2014/2015, os food trucks viveram o seu auge, sobretudo no Brasil, e foram um dos responsáveis por alavancar o conceito de culinária gourmet no país.

Mais econômicos e menos burocráticos que os trucks, os food bikes também vêm ganhando espaço. Apesar de não contarem com a mesma estrutura física dos caminhões, o que inviabiliza o preparo de pratos sofisticados, as bicicletas possuem alta mobilidade e são adequadas para comercializar lanches rápidos, doces, guloseimas e bebidas.

Existem diversas modalidades de franquias para quem deseja empreender com segurança e com a credibilidade de uma marca pautada no franchising. A melhor opção é a que adequa-se ao seu perfil e ao valor disponível para o investimento. Contar com o apoio de uma consultoria especializada pode ser de grande valia para tornar essa decisão mais assertiva e fácil de ser tomada.

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