Os primeiros grandes erros de quem quer trilhar o caminho do empreendedorismo são: não mensurar o investimento e não pensar em um plano de negócios a médio prazo. Por natureza, o empreendedor pensa muito no imediatismo. Por isso mesmo é importante fazer um plano de dois ou três anos para que não se frustre e para que, no meio do lançamento do projeto, não faltem recursos.

Aprender com os erros dos outros é uma lição que serve para pequenos e, também, para grandes empreendedores. Muitos erros acabam se repetindo por falta de humildade.

Há, ainda, mais um erro grave: não medir o desejo do consumidor. É possível ter uma ideia maravilhosa, criar um produto ou serviço incrível, mas, ao colocar à disposição do mercado, o consumidor pode não se interessar. Por isso é fundamental se estruturar financeiramente. O empreendedor não deve começar um negócio sem ter, pelo menos, 50% do capital necessário. Mas essa não é uma equação fácil.

A busca de dinheiro para empreender não é tão simples, pois não temos uma linha de crédito razoavelmente barata, que caiba no bolso de quem quer começar um negócio. Atualmente, existe o crédito do Fundo de Amparo ao Trabalhador e os bancos têm boas linhas de capital de giro, mas, elas não suprem porque normalmente o empreendedor não tem um score cred adequado, nem um patrimônio que possa dar um limite maior de capital de giro ou de empréstimo com o agente financeiro.

O empreendedor costuma se perguntar se monta seu negócio sozinho ou se vai para uma franquia, por exemplo. É notório que, ao adquirir uma franquia, consegue-se reduzir muito a chance de erro e tira grandes pedras do caminho. Basta executar os planos de ação que o franqueador recomenda. E esta é uma equação comprovada.

Ao ingressar em um modelo de franquia, aceita-se que parte de seu ganho fique na operação do franqueado, que é quem entrega o produto ou executa o serviço. E saiba: Dividindo o lucro todos se tornam mais fortes. Afinal, não basta ter franqueados ganhando dinheiro e felizes com o negócio, é preciso pensar nos colaboradores da franqueadora e das franquias, além dos fornecedores que participam dessa cadeia.

É um reconhecimento em que o sistema como um todo ganha. Assim, você cria um ciclo virtuoso em que tudo te empurra para frente e, quando se consegue fazer essa equação, você obtém sucesso.

Para quem está começando, o modelo de franquia se torna até mais importante do que o próprio capital, porque vai sinalizar o caminho. A grande transformação está muito ligada à mentoria e o que os já especialistas no mercado podem agregar com suas experiências e seus conselhos.

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